Friday, February 20, 2009

Slumdog Millionaire - um filme espectacular!!

Quem Quer Ser Bilionário?
(Título Original Slumdog Millionaire)



Jamal Malik, um órfão de 18 anos dos subúrbios de Bombaim, está apenas a uma pergunta de ganhar os espantosos vinte milhões de rupias da versão indiana do concurso "Quem quer ser Milionário".
Apanhado numa suspeita de fraude, ele confessa à polícia a incrível história da sua vida nas ruas e a da rapariga que amou mas que perdeu.
Mas o que está a fazer um rapaz sem interesse em dinheiro num concurso televisivo?
E como é que ele sabe todas as respostas?

Wednesday, February 18, 2009

Caso de Estudo: Como não melhorar a imagem pública...

Muzzammil Hassan, fundador de um canal de TV muçulmana em NY, pretendia usar a sua estação para melhorar a opinião pública relativamente aos muçulmanos.
Agora é acusado do homicídio em segundo grau de sua mulher - por ele decapitada - após pedido de divórcio...
A notícia poderá ser lida aqui.

Japanese finance minister drunk at G-7

Alerta da Organização Mundial de Saúde:
Postos de elevada responsabilidade político-administrativa nas áreas das Finanças, numa conjuntura internacional de crise financeira e económica, podem originar graves surtos de gripe.
[e a fazer fé na argumentação apresentada pelo Sr. (agora ex-)Ministro das Finanças, após tão grave evidência, acrescente-se a este Comunicado]:
Quando auto-medicado, deverá ter o cuidado de não esquecer ler as contra-indicações na respectiva bula, especialmente se tiver que participar num briefing, reunião ou conferência de imprensa..

Sem comentários. Para quem não conhece esta história, deverá ver com os próprios olhos!!

Cluster marítimo representará entre 4 a 5 % do PIB em 2025

[Notícia Lusa]

As actividades económicas ligadas ao mar têm potencial para representar entre quatro a cinco por cento do Produto Interno Bruto (PIB) português no final de 2025, indica um estudo hoje divulgado.

A concretização da estratégia, planos e acções propostos no estudo "Hypercluster da Economia do Mar", coordenado pelo ex-ministro das Finanças Ernâni Lopes, vai permitir que o valor directo das actividades económicas ligadas ao mar "aumente o seu peso directo na economia portuguesa de dois por cento do PIB para quatro a cinco por cento no final dos 25 anos do século".

O trabalho indica ainda que em 2025, a concretizarem-se todas as acções previstas a contribuição directa para o PIB português, os efeitos indirectos terão um peso na ordem dos 10 a 12 por cento.

A Associação Comercial de Lisboa - Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (ACL/CCIP), apresentou hoje ao Presidente da República, Cavaco Silva, os resultados do estudo sobre o "Hypercluster da Economia do Mar", elaborado pela SaeR - Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco.

As actividades económicas empregam actualmente cerca de 75 mil pessoas e, tendo em conta os efeitos directos e indirectos, representam em valor entre cinco a seis por cento da riqueza portuguesa, refere o estudo.

Num cenário "espontâneo de definhamento do país, a criação de um "Hypercluster da Economia do Mar" aparece como "uma força propulsora e um catalizador" para organizar e dinamizar um conjunto de sectores "com elevado potencial de crescimento e inovação" e com capacidade para atraírem recursos e investimentos, nomeadamente externos, acrescenta.

O trabalho foi promovido pela ACL/CCIP e coordenado pelo sócio gerente da SaeR, Ernâni Lopes, tendo contado com o apoio de 15 empresas de referência que operam em Portugal.

O documento visa identificar o potencial estratégico da economia do mar para o desenvolvimento da economia das empresas, tratando-se de um estudo de planeamento estratégico a médio/longo prazo para o aproveitamento do mar.

"A exploração dos sectores de actividade económica relacionados com o mar aparece, para Portugal, como a possibilidade de criação de condições de sustentabilidade futura geradora de valor, poder e constituinte da sua identidade histórica", sublinha o "Hypercluster da Economia do Mar".

O trabalho pretende mostrar que é possível, com "a estrutura e organização sistemática do hypercluster, em que cada componente tem o seu papel, no quadro da optimização do efeito conjunto, potenciar os efeitos de geração de cadeias de valor e eliminar o valor gerado mas que não é retido para a economia portuguesa".

"O desígnio nacional [para toda a sociedade civil] é o de tornar Portugal, na viragem do primeiro para o segundo Quartel do século XXI, num actor marítimo relevante a nível global", e apresentar-se como um dinamizador do desenvolvimento económico e social do país, acrescenta o documento.

O estudo destaca igualmente a necessidade de haver "um enquadramento e facilitação" macroeconómica e de acção governativa, defendendo a estruturação da actuação empresarial conjunta, um ponto fraco constatado no trabalho.

O plano de referência divide-se por plataformas que incluem, entre outras, os planos prioritários, os planos de sustentação imediata e planos de alimentação.

Destes destacam-se os portos, logística e transportes; náutica de recreio, pescas e aquicultura; serviços marítimos; construção e reparação navais; investigação científica e ambiente, para além da defesa e segurança no mar.

No encontro com Cavaco Silva estiveram presentes, entre outros, Bruno Bobone, presidente da ACL/CCIP, e o economista Nogueira Leite.

Tuesday, February 17, 2009

Uma crise, sectorial ou nacional q.b.




Li a entrevista da Visão (12/Fev/09) a António Bernardo, português e World Managing partner da consultora de gestão Roland Berger. Estou iludido quiçá, julguei importante a opinião de um dos senhores mais informados na vida das gestões de empresas, que aconselha da eficiência estratégica em muitos sectores e países, fala de um próspero futuro, se forem tomadas as medidas correctas. Mas a páginas tantas, refere-se à banca como um sector que foi pela sua consultora revolucionado, ao terem implementado uma função de análise dos custos operacionais. Acresce que o modelo para esta eficiência foi inspirado no da indústria automóvel, "um dos sectores mais eficazes". Se a minha memória está bem fresca, não foram precisamente os sectores da banca e da indústria automóvel os que mais dilemas empresariais apresentaram nesta crise? Eis a resposta.
E não se pense que foi só a cópia de modelos de gestão que promoveu o contágio desta crise. Até agora a crise foi selectiva, atingiu fortemente alguns sectores de algum modo poupando outros. O problema do momento é a probabilidade de alastrar-se a crise em virtude dos ciclos negativos gerados. O desemprego é o primeiro sinal de que este perigoso ciclo começou a fazer as suas vítimas. A falta de demanda enfraquecerá o resto... e por aí fora iremos até mais ver.
Durão Barroso passou a mensagem: ou combatemos a crise em conjunto, ou perdemos todos tudo para a crise cada um por si. O que me preocupa é o proteccionismo: após tanta globalização, será que alguém acredita que uma ou a outra economia isolada vencerá a crise? A interdependência e integração gerados pelos modelos agora acusados de excessivamente liberais (outra história) estão longe de ser indesejáveis. Defendo a alteração de muita coisa, mas o modelo anterior tem sido muito válido para a promoção de paz e prosperidade, porque se dependemos de alguém temos necessidade de respeitar esse parceiro. Perdoem-me a ironia, mas vejam o caso da aceitação das imposições vindas da Rússia.

Menu do dia

Pâra qe num réstem dúvideas, deichâmos fóto.

Wednesday, February 11, 2009

As sete vidas de Manuel OliCegueira!

Segundo o Observatório Europeu do Audiovisual, Portugal foi o país em que menos os espectadores se interessaram pela produção cinematográfica nacional.
Tomara, com as grandes produções ôcas, de estilo esotérico e intragável, lembro Branca de Neve e outras gigantescas manifestações dos vultos da 7ª arte nacional, nem eu, que gosto de saber o que se passa no cinema/cultura em minha casa, me consigo interessar pela maioria do que esses senhores colocam na tela. Salvo as honrosas excepções. O nosso cinema, a par do Europeu, é altamente dependente de fundos de apoio, e não parece querer saír dessa condição, porque o artista é um bom artista. Como diria o Chato, não perturbem o artista, nem que seja para o deixar saber que aquilo que faz não tem interesse para a sociedade. Seguramente que não retiraram o exemplo das telenovelas, essas de vento em popa, nem que seja quando falamos de telelixo com morangos e açúcar preparados por meninas de nome pomposo, como Floribela. E não venho defender que esse modelo deveria ser o adoptado. Mas entre 8 e 80 há 72 números.
Manuel de Oliveira por exemplo tem sido aclamado como grande realizador, mas o espectador comum, a grande mol que paga à bilheteira, não se deixa levar em manifestações de realidades à parte, incompreensíveis para os de menor sensibilidade artística. Será que não há ninguém com menos de 100 anos que queira ou possa dar um impulso forte, uma nova luz à cinematografia nacional?

From Russia, with love


O Futebol já não é o que era. Outrora uma disciplina para fedelhos pelintras, iletrados e pouco ilustrados, o fenómeno de massas é uma disciplina de alto valor económico, e as equipas passaram a adoptar métodos científicos em vez de se deixarem levar por meras intuições, instintos de quem muito viu e tem algum jeito para a coisa. E isto é válido para os treinadores como para o plantel de jogadores.
Caíu ontem um dos últimos monstros sagrados do futebol de velha escola, instintivo, arruaceiro. Não houve Nª Srª do Caravagio nem qualquer outra sacralidade que o protegesse da fúria de... de um russo!
Scolari não mostrou resultados que convencessem os adeptos e o dono da equipa (apesar das 20 vitórias em 7 meses), por isso, vai fora agora. Sem mais tempo de espera. Quem me ouve falar de bola sabe que eu não discordo em nada com o lema que em equipa que ganha não se mexe. Scolari, em Portugal, se bem que menos do que no Chelsea, nunca ganhou para merecer o altar que mereceu no Brasil.Pareceu-me que por muitas vezes, entre murros e escaramuças, com uma equipa como a nossa selecção a acabar por ser quase repescada algumas ocasiões (veja-se o empate com que nos qualificámos para o Mundial do ano passado), Scolari era carta fora no futuro da Selecção Portuguesa. Não foi, e ainda bem, levámos belíssimas lições de patriotismo pela mão do treinador brasileiro. O problema é que gargalhadas não enchem barrigas, e Abramovich que o diga. Madaíl que aprenda. O problema é que ele também me parece algo apegado à cadeira. Alguém tem o contacto de Abramovich?

Tuesday, February 10, 2009

ESPAÇO EUROPA


Existe um novo espaço de informação e documentação europeia, em Lisboa, promovido e gerido pelo Gabinete do Parlamento Europeu e pela Representação da Comissão Europeia. Para saber mais.


Wednesday, February 04, 2009

Europeias 2009 - as listas do PS

A notícia do Público de dia 31 de Janeiro, Sábado, avançava com a definição das listas do PS para as Europeias deste ano.
Pus-me a pensar:
1- Diz a notícia que Vitorino integraria as listas, mas só se Durão Barroso não fosse renomeado Presidente da CE, porque será muito díficil para Portugal obter outro Comissário Europeu. A palavra impossível não lhes diz nada? E não me refiro à nomeação ou não, refiro-me à existência de dois Comissários de um mesmo país. Rigor do jornalista ou do PS que deixa esta mensagem? Faz-me lembrar quando Mário Soares era o putativo Presidente do PE, e por isso Vota PS.
2- Francisco Assis quer voltar a fazer vida política interna. Acho que ele quer é voltar a fazer qualquer coisa, depois deste interregnozinho... de todo e qualquer trabalho.
3- A confirmar-se o que a notícia adianta para quem fica, só fica quem deu a cara de verdade.
4 -Curioso, Sérgio Sousa Pinto está em dúvida. Eu também tenho dúvidas, e muitas.

Veremos o que virá dos restantes partidos. Sim, sou um insider. Não, não detenho informações que possa comentar por agora.