Como sabem, eu até gosto do DN, mas o melhor é a secção Cartoon. Grande Bandeira.Friday, May 30, 2008
Wednesday, May 28, 2008
Tuesday, May 27, 2008
Uma pessoa distrai-se...

...e está isto cheio de posts.
Esta cena repete-se diáriamente na Baker Street...pára o trânsito e lá vão os cavalicoques de sua Majestade.
Bom, às 7:30 da matina não há grande trânsito. No autocarro vão os trolhas e eu.
Depois na estação de comboio compro um caffee latte - un lait russe - um GALÃO - e finalmente vou acordando a ouvir a BBC Radio 4 que recomendo (têm uns podcasts fantásticos). E são assim as minhas manhãs de imersão na cultura londrina.
Kisses
Wednesday, May 21, 2008
O retalhista português
Diz o Bastos que nós temos andado a ser mal guiados. Li por acaso, mas recomendo, para todos os que acham que Portugal não tem emenda, e para os que acham que não precisa de ser emendado.
O lado certo está, creio-o bem, quando recusamos a indiferença e não admitimos a resignação.
O lado certo está, creio-o bem, quando recusamos a indiferença e não admitimos a resignação.
O dá e leva
Se Portugal é um país com dificuldades porque a frágil economia se ressente das mais ténues oscilações, muitas provocadas pela globalização, pela abertura dos mercados e a fraca competitividade que detemos, também a UE no seu todo ecoa os mesmos receios.
A propósito recebi ontem um estudo publicado a pedido de Durão Barroso, por dois economistas americanos, que assevera que a UE ainda pode ganhar da globalização. Ora até aqui sabemos todos, mas como ainda não li o estudo todo, tenho que comentar as conclusões à luz da minha ignorância.
- Don't panic. Overall, Europe wins - e então? há novidades? Este tem sido o continente com mais prosperidade acumulada, o facto de o crescimento ter desacelerado não significa que já perdemos a vantagem de partida
- Globalization isn't zero-sum. A new job in China doesn't mean a job lost at home. One country's success does not mean another country's failure. - estarão estes brilhantes senhores a propor que avaliemos as oportunidades que temos?
- Globalization is not one-way. What goes out also comes in: goods, services, jobs, money, ideas. - vou mesmo ter que ler o resto do estudo!!! Mas se estes fluxos entram e saem, então temos que saber como reter em casa a mais-valia
- What goes up can come down. There is nothing preordained about the relative wealth or poverty of particular countries or continents. - costumamos dizer isto no BTT. Mas eles devem estar a referir-se a casos como África que continua pobre mas cheia de recursos naturais ou zonas inóspitas da Índia que souberam criar indústrias de serviços...
- The world is not flat, it's bumpy. Many win, some lose. Acknowledge the costs. Help those who must adjust. - Isto na UE tem que se lhe diga: cheque inglês, DG DEVE/DG REGIO, QREN, Wallonia/Vlanderen, Catalunha...
- Don't blame others for changes needed at home. - para os srs. que pensam que passam despercebidas as suas faltas de talento para perceber quando e como reformar um país e sectores económicos
- Don't try to pick winners and losers. Globalization is dynamic. Nurture your comparative advantages by developing your resilience. - aprendamos com os erros e as vitórias de outros, mas não nos esqueçamos de saber fazer a nossa leitura do jogo que temos pela frente e prepará-lo antes
- Globalization is not one-size-fits-all. It does not impose any single model on national economies. There can be different pathways to success.
- Give everybody a stake in a (...)rules-based system. - quem tem algo para perder tem medo e faz por ganhar
- Be careful out there. It can all come crashing down. It has before. - parece que eles avisaram depois da tempestade, mas é verdade, um bocadinho de auto-suficiência tinha sido boa panaceia para crises como a financeira, a do petróleo, a dos alimentos... oh bolas, acho que estão quase todas neste cabaz!!!!!
É curioso como alguns lugares comuns conjugados fazem sentido e até podem fundamentar uma mensagem de esperança.
No dá e leva da globalização, parece que a Europa ainda tem trunfos para jogar!
Tuesday, May 20, 2008
A credibilidade
(este comentário é meu, e só meu como decerto compreenderão)
Vi as entrevistas com a Judite de Sousa aos dois candidatos que mais credibilidade supostamente terão: o Pedro Passos Coelho, e claro está, a ex-ministra das Finanças. Eis a impressão que me deixam.
Apesar da condução da entrevista não ter sido eximiamente guiada pela jornalista, a ex-ministra vem com os mesmos laivos do passado, tem dificuldades em deixar-se saír do plano austero e por vezes autoritário. Quem não estime este tipo de pessoas depressa verá nela uma pessoa arrogante. Não é com vinagre que se apanham moscas. E no final pouco sumo extraíu, senão os pecadilhos combatidos que têm sido o centro da sua campanha. Para gerar credibilidade vai ter que pedir aos militantes que confiem nela, e mais ainda, que façam dela a futura chefe de governo. Compete ao PSD eleger o seu líder e compete ao PSD entregar o líder ao país.
Passos Coelho com o seu discurso de novo, que traz novidade, falou de maneira clara, expôs mais temas na mesa e deu a sensação de querer abrir outras frentes de combate. Mas nesta arte do mediático, Passos Coelho tem o espectro do outro Pedro, o Santana Lopes, que sempre deu a cara nos media, nunca teve medo de falar, até que começou a falar demais, e sempre mais, e tiveram que o calar. E este medo fundamento-o numa interjeição muito breve: a jornalista pergunta-lhe quem merece a sua preferência nas eleições nos EUA e ele diz que Obama, mas só depois de afirmar que não é sua intenção interferir nos assuntos internos norte-americanos. Devo ter ouvido mal. Afinal Passos Coelho ainda disse que não se compara a Obama porque os países não se comparam, e no final um candidato a putativo PM de Portugal diz "interferir"? Acho que ele queria dizer comentar ou opinar. Pois eu comento: podemos estar perante um fenómeno de preparação para a campanha, mas quando tudo se mexer ao mesmo tempo, veremos se há sensibilidade e bom senso.
Da equilibrada combinação dos dois teríamos a oposição construtiva a Sócrates. Ah, uma oposição é sempre construtiva: obriga o Governo a pensar, chama-lhe a atenção para coisas que foram negligenciadas, portanto também governa.
E aos candidatos diria: Passos Coelhos espera só um bocadinho. Tudo indica que podes chegar lá. Sra. Ex-Ministra, seja mais condescendente, e todos nós condescendemos mais facilmente também.
Nele não votaria, nela não me revejo. E ninguém de melhor se apresentou.
Saturday, May 17, 2008
Enquanto isso, do outro lado do canal...
Tuesday, May 06, 2008
Chegou o livro do ano às melhores livrarias do país!!
Thursday, May 01, 2008
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